sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

O amém que é sim para Deus


Temos sede do encontro com o senhor e de uma mais profunda comunhão com os irmãos.

Como nos Domingos anteriores, a palavra apresenta Jesus que cura da enfermidade,mais, acima de tudo, cura o mais profundo de nossa existência com sua ação salvítica. Ele nos devolve a dignidade de filhos e filhas amados de Deus. Em Jesus todas as promessas de Deus têm o seu “SIM” garantido. Queremos viver com intensidade.

Deus está sempre na nossa história, na travessia da dor e, também, nas alegrias, com sua bênção e seus dons. Bendizemos o senhor, nosso Deus, desde sempre, agora e para sempre.

O profeta anuncia um tempo novo e de esperança, pois, apesar das fraquezas do povo, Deus cancela suas culpas, porque é o seu povo. São Paulo afirma que em Cristo se cumpriu a promessa. Ungido pelo espírito disse “SIM” AO pai para nós darmos também o “AMÉM”.NO Evangelho Cristo revela sua divindade ao perdoar os pecados, merecendo o reconhecimento de todos.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

EU QUERO FICAR CURADO !


Participamos do mistério pascal de Cristo e pela ação do espirito santo passamos da morte para a vida

Em Jesus, que cura o leproso e o reintrega na comunidade, é Deus mesmo que vem cuidar do seu povo. Movido de compaixão Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse-lhe : “Eu quero: fica curado” com a vida e a palavra Jesus anunciou ao mundo que Deus é pai e cuida de todos como filhos e filhas.

Importa não buscar o que é vantajoso para si mesmo, mas o que é vantajoso para todos, afim de que sejam salvos. No senhor exaltemos de alegrias.

A lei de antiga discriminava o doente contagioso e o excluía do convívio social. Mas São Paulo ensina o amor de Cristo, o convívio fraterno e se torna o modelo de segmento. Jesus é compassivo com todos, acolhe e ama os doentes, estende-lhes a mão e os reintroduz na comunidade.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Revelação e libertação

Cafarnaum é o centro da atividade de Jesus na Galileia. Ali, acompanhado de seus discípulos, proclama a vinda do Reino. O evangelho deste domingo acontece na sinagoga da cidade. Frenquentes vezes, Jesus se encontrava no lugar onde ele é conhecido, o milagre torna-se um grande sinal e inaugura sua manifestação messiânica perante o povo. Antes de tudo ele é uma nova presença viva de Deus. A história da salvação é história de Deus que fala com seu povo. Viemos celebrar esta história, como irmão na esperança.
O Reino de Deus foi aberto ao excluídos da sociedade. Jesus é o profeta poderoso em obras. Ele celebra sua missão de salvador do Homem integral e reconstrói o mapa maravilhoso da criação original: a cura, o perdão, a vida nova que nos circundam e envolvem.
A missão do profeta é de origem divina e ele deve ser o porta voz fiel da mensagem que lhe foi confiada. São Paulo propõe total dedicação em qualquer estado de vida. Cristo, no evangelho, defini sua identidade, ensinando com autoridade, comprovada por seus milagres e é respeitado por todos por que é o filho de Deus

NELSON

terça-feira, 3 de janeiro de 2012



O amor de Deus marcou para sempre nossas vidas. Ele nos tirou das trevas e nos fez enxergar a luz da eternidade. Não há mais razão para ficarmos tristes ou vivermos amargurados se Deus está conosco e no meio de nós. Grande significado tem para nós, hoje, o dedo indicador de João: “Eis o Cordeiro de Deus, Aquele que tira o pecado do mundo” (Jo 1,29)

“Cordeiro de Deus” em latim é Agnus Dei, uma expressão utilizada pela religião cristã para se referir a Jesus Cristo, identificado-O como o Salvador da humanidade, ao ter sido sacrificado em resgate pelo pecado original. Na arte e na simbologia icônica cristã, é frequentemente representado por um cordeiro com uma cruz. A expressão aparece no Novo Testamento, principalmente no Evangelho de hoje, no qual João Batista diz de Jesus: “Eis o Cordeiro de Deus, Aquele que tira o pecado do mundo” (Jo 1,29).
Os hebreus tinham o costume de matar um cordeiro em sacrifício a Deus para a remissão dos pecados. O sacrifício de animais era frequente entre vários grupos étnicos, em várias partes do mundo. Na Bíblia é referido, por exemplo, o caso de Abraão que, para provar a sua fé em Deus, teria de sacrificar o seu único filho, imolando-o e queimando-o numa pira de lenha, como era costume para os sacrifícios de animais. O relato bíblico narra, contudo, que Deus não permitiu tal execução. A morte de Jesus Cristo, o Filho unigênito de Deus, tornaria esses sacrifícios desnecessários, já que sendo considerado perfeito, não tendo pecado e tendo nascido de uma Virgem por graça do Espírito Santo, semelhante a Adão antes do pecado original, seria o sacrifício supremo, interpretado como o maior ato de amor de Deus para a humanidade.
João Batista tem uma atuação fundamental no projeto de Deus realizado em Jesus. O batismo de João tinha características originais e sua proclamação foi tão marcante a ponto de torná-lo conhecido como “o Batista”. Enquanto as abluções de purificação com água, tradicionais entre os judeus, eram repetidas com frequência, o mergulho nas águas do batismo, com João, era feito uma única vez e tinha o sentido de sinalizar uma mudança de vida para um compromisso perene com a prática da justiça, visando o fortalecimento da vida. Jesus assume a proclamação de João dando-lhe um novo sentido de atualidade e eternidade, identificando-a com o projeto de Deus de conferir vida plena e eterna à humanidade. O Espírito sobre Jesus é a confirmação de Sua divindade e da divinização de toda a humanidade n’Ele assumida em todos seus valores e em toda sua dignidade. A presença de Jesus, Filho de Deus, entre nós renova a nossa vida e nos impele ao empenho na construção do mundo novo possível de justiça e paz.
Interpelado estou eu e está você também a ser este dedo a apontar para Jesus nos nossos dias. Hoje e agora, eu e você devemos ser a voz que clama e o dedo que aponta para Jesus, o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

EVANGELHO DO DIA

Evangelho (Lucas 16,1-8)
Sexta-Feira, 4 de Novembro de 2011
São Carlos Borromeu

Naquele tempo, 1Jesus disse aos discípulos: “Um homem rico tinha um administrador que foi acusado de esbanjar os seus bens. 2Ele o chamou e lhe disse: ‘Que é isto que ouço a teu respeito? Presta contas da tua administração, pois já não podes mais administrar meus bens’.
3O administrador então começou a refletir: ‘O senhor vai me tirar a administração. Que vou fazer? Para cavar, não tenho forças; de mendigar, tenho vergonha. 4Ah! Já sei o que fazer, para que alguém me receba em sua casa quando eu for afastado da administração’.
5Então ele chamou cada um dos que estavam devendo ao seu patrão. E perguntou ao primeiro: ‘Quanto deves ao meu patrão?’ 6Ele respondeu: ‘Cem barris de óleo!” O administrador disse: ‘Pega a tua conta, senta-te, depressa, e escreve cinquenta!’ 7Depois ele perguntou a outro: ‘E tu, quanto deves?’ Ele respondeu: ‘Cem medidas de trigo’. O administrador disse: ‘Pega tua conta e escreve oitenta’.
8E o senhor elogiou o administrador desonesto, porque ele agiu com esperteza. Com efeito, os filhos deste mundo são mais espertos em seus negócios do que os filhos da luz”.

LEITURA DO DIA




Romanos 15,14-21)
Sexta-Feira, 4 de Novembro de 2011
São Carlos Borromeu
Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos.

Meus irmãos, de minha parte, estou convencido, a vosso respeito, de que tendes bastante bondade e ciência, de tal maneira que podeis admoestar-vos uns aos outros. No entanto, em algumas passagens, eu vos escrevo com certa ousadia, como para reavivar a vossa memória, em razão da graça que Deus me deu.
Por esta graça eu fui feito ministro de Jesus Cristo entre os pagãos e consagrado servidor do Evangelho de Deus, para que os pagãos se tornem uma oferenda bem aceite santificada no Espírito Santo.
Tenho, pois, esta glória em Jesus Cristo no que se refere ao serviço de Deus: Não ouso falar senão daquilo que Cristo realizou por meu intermédio, para trazer os pagãos à obediência da fé, pela palavra e pela ação, por sinais e prodígios, no poder do Espírito de Deus.
Assim, eu preguei o Evangelho de Cristo, desde Jerusalém e arredores até a Ilíria, Tendo o cuidado de pregar somente onde Cristo ainda não fora anunciado, para não acontecer de eu construir sobre alicerce alheio. Agindo desta maneira, eu estou de acordo com o que está escrito: “Aqueles aos quais ele nunca fora anunciado, verão; aqueles que não tinham ouvido falar dele, compreenderão”










São Carlos Borromeu
4 de Novembro

Carlos, o segundo filho de Gilberto, nasceu em 2 de outubro de 1538. Menino ainda, revelou ótimo talento e uma inteligência rara. Ao lado destas qualidades, manifestou forte inclinação para a vida religiosa, pela piedade e o temor a Deus. Ainda criança, era seu prazer construir altares minúsculos, diante dos quais, em presença dos irmãos e companheiros de idade, imitava as funções sacerdotais que tinha observado na Igreja. O amor à oração e o aborrecimento aos divertimentos profanos, eram sinais mais positivos da vocação sacerdotal.

O ano de 1562 veio a Carlos com a graça do sacerdócio. No silêncio da meditação, lançou Carlos planos grandiosos para a reorganização da Igreja Católica. Estes todos se concentraram na ideia de concluir o Concílio de Trento. De fato, era o que a Igreja mais necessitava, como base e fundamento da renovação e consolidação da vida religiosa. Carlos, sem cessar, chamava a atenção do seu tio (que era Cardeal e foi eleito Papa, com o nome de Pio IV) para esta necessidade, reclamada por todos os amigos da Igreja. De fato, o Concílio se realizou, e Carlos quis ser o primeiro a executar as ordens da nova lei, ainda que por esta obediência tivesse de deixar sua posição para ocupar outra inferior.

Carlos sabia muito bem que a caridade abre os corações também à religião. Por isto foi que grande parte de sua receita pertencia aos pobres, reservando ele para si só o indispensável. Heranças ou rendimentos que lhe vinham dos bens de família, distribuía-os entre os desvalidos. Tudo isto não aguenta comparação com as obras de caridade que o Arcebispo praticou, quando em 1569-1570, a fome e uma epidemia, semelhante à peste, invadiram a cidade de Milão. Não tendo mais o que dar, pedia ele próprio esmolas para os pobres e abria assim fontes de auxílio, que teriam ficado fechadas.

Quando, porém, em 1576, a cidade foi atingida pela peste, e o povo abandonado pelos poderes públicos, visto que ninguém se compadecia do povo, ainda procurava os pobres doentes dos quais ninguém lembrava, consolava-os e dava-lhes os santos sacramentos. Tendo-se esgotado todas as fontes de recurso, Carlos lançou mão de tudo o que possuía, para amenizar a triste sorte dos doentes. Mais de cem sacerdotes tinham pago com a vida, na sua dedicação e serviço aos doentes. Deus conservava a vida do Arcebispo, e este se aproveitou da ocasião para dizer duras verdades aos ímpios e ricos esquecidos de Deus.

Gregório XIII, não só rejeitou as acusações infundados feitas ao Arcebispo, mas ainda recebeu Carlos Borromeu em Roma, com as mais altas distinções. Em resposta a este gesto do Papa, o governador de Milão, organizou no primeiro domingo da Quaresma de 1579, um indigno préstito carnavalesco pelas ruas de Milão, precisamente à hora da missa celebrada pelo Arcebispo. O mesmo governador, que tanta guerra ao Prelado movera, e tantas hostilidades contra São Carlos estimulara, no leito de morte reconheceu o erro e teve o consolo da assistência do santo Bispo na hora da agonia. Seu sucessor, Carlos de Aragão, duque de Terra Nova, viveu sempre em paz com a autoridade eclesiástica. O Arcebispo gozou deste período só dois anos.

Quando em outubro de 1584, como era de costume, se retirara para fazer os exercícios espirituais, teve fortes acessos de febre, aos quais não deu importância e dizia: “Um bom pastor de almas, deve saber suportar três febres, antes de se meter na cama”. Os acessos renovaram-se e consumiram as forças do Arcebispo. Ao receber os santos sacramentos, expirou aos 03 de novembro de 1584. Suas últimas palavras foram: “Eis Senhor, eu venho, vou já”. São Carlos Borromeu tinha alcançado a idade de 46 anos.

O Papa Paulo V, canonizou-o em 1610 e fixou-lhe a festa para o dia 04 de novembro.


São Carlos Borromeu, rogai por nós