terça-feira, 31 de março de 2009

CRUZ DA JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE CHEGA A MADRI




Jovens conduzem a cruz durante JMJ 2008, em Sidney, na Austrália
Na próxima quinta-feira, 2, cerca de 4 mil jovens da diocese de Madri, na Espanha, receberão das mãos dos
jovens de Sidney, Austrália, a Cruz da Jornada Mundial da Juventude, para seguir a tradição onde os jovens da última sede da JMJ entregam a Cruz para o próximo país a sediar o evento. De fato, a capital espanhola receberá os jovens do mundo todo entre os dias 16 e 21 de agosto de 2011, sobre o tema "Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé" (cf. Cl 2, 7). "A Cruz de Cristo encontra-se no centro da vida dos jovens e de todos os cristãos como aquilo que ela realmente é: ou seja, o lugar no qual se realiza a redenção do mundo". É o que escreve o arcebispo de Madri, Cardeal Antonio Rouco Varela, que também é o presidente da Conferência Episcopal Espanhola, em uma Carta Pastoral publicada em vista do Domingo de Ramos."Esta Cruz", continua Carta, "foi confiada pela primeira vez aos jovens pelo Servo de Deus João Paulo II, em 1984, a fim de que viajasse pelo mundo no período intermediário entre uma Jornada Mundial da Juventude e outra".E acrescenta: "olhar para a Cruz, beijá-la e adorá-la é um dos gestos mais simples e profundos da piedade cristã que aprendemos desde criança". Peregrinação da Cruz Depois da sua chegada a Madri, a Cruz da JMJ será colocada na Catedral da cidade, junto com o ícone de Nossa Senhora. Na sexta-feira Santa, será adorada durante as celebrações litúrgicas, e então será levada em procissão pelas ruas de Madri, junto com o Jesus de Medinaceli, uma estátua muito venerada pelo povo madrilenho."Com este encontro entre a imagem de Jesus e a Cruz da JMJ", escreve ainda o Cardeal Rouco Varela, "se dará início a uma peregrinação da mesma Cruz por todas as paróquias e comunidades cristãs da arquidiocese e por todas aquelas que o solicitarão até 2011". Dirigindo-se em particular aos jovens, o purpurado os convida a prepararem-se para este evento "através da conversão do coração, da prática do sacramento da reconciliação e da caridade fraterna, especialmente em relação aos mais necessitados neste momento de crise econômica".Deste modo, conclui o arcebispo de Madri, os jovens receberão a força necessária para "levar, junto com Cristo, a sua cruz pessoal, com a certeza de que o sofrimento da cruz chega ao seu ápice na glória da Páscoa".

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segunda-feira, 30 de março de 2009

VATICANO PROMOVE CONFERÊNCIA SOBRE A MULHER

No último fim de semana, foi realizada em Roma a I Conferência Internacional sobre o tema "Mulher, desenvolvimento e trabalho: o papel feminino na dimensão social e econômica".O evento foi promovido pelo Pontifício Conselho e pela World Women’s Alliance for Life and Family (WWALF) e World Union of Catholic Women’s Organizations (WUCWO), com a participação de especialistas e representantes de organizações e associações femininas de todo o mundo. Na conclusão do encontro, o presidente do Pontifício Conselho da Justiça e da Paz, Cardeal Renato Raffaele Martino, destacou a promoção de "um novo feminismo que saiba propor um cristianismo do "sim" a Deus; um novo feminismo repleto de amor pela vida, pela família e pelos outros: um feminismo regulado pela rainha das virtudes: a caridade". O Papa Bento XVI, na sua mensagem aos participantes, saudou o evento como uma "exemplar resposta ao pedido de João Paulo II de um 'novo humanismo', com o poder de transformar a cultura, elevando-a com um decisivo respeito pela vida".Depois de dois dias de intervenções, o Cardeal Martino destacou a "sugestiva proposta do Papa Bento XVI de um cristianismo do 'sim': do sim a Deus, Pai de toda a humanidade e Criador do homem e da mulher à sua imagem e semelhança; de um Cristianismo do sim à vida, a toda a vida e à vida de todos, sempre, sobretudo àquela ameaçada pela extrema pobreza, àquela negada e desfigurada pela violência e pela guerra, àquela manipulada arbitrariamente pelas novas tecnologias".A modernidade da chamada "emancipação feminina", definida pelo Cardeal um "evento extraordinário", requer que o "novo feminismo saiba exercitar um constante, paciente e inteligente discernimento cristão, para considerar o bom, para combater o mau, para orientar o incerto: um discernimento cristão inspirado e guiado por um humanismo integral e solidário, firmemente tensionado a avançar a civilização do amor".
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Tags: mulher Vaticano Conferência

Senado faz homenagem á campanha da fratenidade





O Senado realizou, nesta quarta-feira, 25, uma sessão especial para homenagear a Igreja Católica pelos 45 anos da Campanha da Fraternidade, cujo tema este ano é "Fraternidade e Segurança Pública".
Em plena quarta-feira, um dos dias mais movimentados do Congresso, uma sessão especial no Senado dedicada aos 45 anos da Campanha da Fraternidade. O senador paraense José Nery foi o autor da homenagem, que ocupou a manhã do senadores.Os senadores pareciam conhecer bem a história da Campanha. O Núncio Apostólico, Dom Lourenço Baldisseri, e o secretário geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa, ouviram os discursos que destacaram a contribuição da Campanha da Fraternidade
para a formação da cultura e da solidariedade no Brasil, há quase cinco décadas.

sábado, 28 de março de 2009

ANO PAULINO TEM SITE EM PORTUGUÊS

A partir deste mês, o site do Ano Paulino, www.annopaolino.org, terá também sua página em português. Além deste idioma, o sítio está disponibilizado nas versões em inglês, italiano, francês, espanhol e alemão, e alcança mais 230 milhões de usuários. A página atualmente é visitada por uma média de 300 mil contatos por mês. As celebrações do Ano Paulino prosseguem na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, que hospeda o sepulcro do Apóstolo dos Gentios, com um número cada vez maior de peregrinações, em especial das dioceses italianas. O calendário de reservas está praticamente esgotado até o dia 29 de junho, encerramento do Ano.Também são muitas as reservas para as Missas de pequenos grupos, para os quais existem quatro capelas, além do Batistério. Neste fim de semana, milhares de peregrinos italianos visitaram a Basílica, ao lado de grupos da Áustria, Alemanha e Espanha

O ANO PAULINO



Paulo,apostólo de jesus Cristo,como ele mesmo se intitula, será lembrado especialmente durante um ano. A decis~sao vem do santo padre o papa Bento 16, com o objetivo de celebrar os dois mil anos de nasci,ento do primeiro grande missionário da fé cristã. Muitas atividades liturgicas, academicas, culturais e devocionais serão desenvolvidas em todas as partes do mundo cristão, com destaque para as celebrações na cidade de Roma, onde se encontra, o túmulo do apóstolo, na Basílica São paulo fora dos muros.
O papa bneto 16 associou a algumas destas celebrações a indugênciaplenaria aos fiéis que delas participarem. A celebração é ocasião pro´´icia para um aprofundamento dos estudos da palavra de Deus contida na Bíblia, da qual faz parte o chamado corpus Paulinum, com treze cartas atribuídads ao apostólo dos gentiosA celebração do ano paulino(abertura foi no dia 28 de junho de 2008 e terá seu termino em 29 de junho de 2009) tem como principal objetivo a evangelização. Todos estamos em processo de evangelização contínua, católicos e não catolicos, e somos chamados a comunicar o evangelho de Cristo, morto e ressuscitado, aos que ainda na creem e aprofundá-lo no coração dos que já creemTalvez, a diferença mais incisiva para a vivência deste ano jubilar, seja a de Paulo aos Coríntios:AI DE MIM ,SE NÃO EVANGELIZAR! 1COR. 9,16SÃO PAULO ROGAI POR NÓS

quinta-feira, 26 de março de 2009

Os Papas da Igreja nos 2000 anosO sagrado Magistério da Igreja é dirigido pelo Papa, sucessor de Pedro, Cabeça visível do Corpo de Cristo. A história dos papas é, de certo modo, a história da própria Igreja. Apresentamos em seguida a relação dos Papas, desde Pedro até João Paulo II, conforme publicação oficial do Vaticano. Apresentamos também a relação dos 37 anti´papas; foram eleitos sem legitimidade. Esta longa cadeia de 265 Papas da Igreja católica é uma prova inequívoca da Instituição divina do papado, por Cristo, afim de manter a unidade da Igreja e da sua doutrina. Somente a graça de Deus poderia manter esta sucessão ininterrupta de papas, apesar de toda a miséria humana, da qual eles não foram isentos. Nenhuma instituição humana teve tão longa vida e estabilidade. 1. 42´67 ´ S.PEDRO, de Betsaida (Galiléia), morou na cidade de Antioquia e depois foi a Roma (42), onde morreu mártir no ano 67.2. 67´76 ´ S. LINO, de Volterra, Toscana3. 77´88 ´ S. CLETO ou ANACLETO, romano4. 89´98 ´ S. CLEMENTE I, romano5. 98´105 ´ S. EVARISTO, grego6. 105´115 ´ S.ALEXANDRE I, romano7. 115´125 ´ S. SISTO I, romano8. 125´136 ´ S. TELÉSFORO, grego9. 137´140 ´ S. HIGINO, grego10. 140´155 ´ S. PIO I, de Aquiléia, Itália11. 155´166 ´ S. ANICETO, Sírio12. 166´175 ´ S. SOTERO, de Fondi13. 175´189 ´ S. ELEUTÉRIO, de Nicópolis, Grécia14. 189´199 ´ S. VÍTOR I, africano15. 199´217 ´ S. ZEFERINO, romano16. 217´222 ´ S.CALISTO I, romanoAntipapa: Hipólito (217´235)17. 222´230 ´ S. URBANO I, romano18. 230´235 ´ S. PONCIANO, romano19. 235´236 ´ S. ANTERO, grego20. 236´250 ´ S. FABIANO, romano21. 251´253 ´ S. CORNÉLIO, romanoAntipapa Novaciano (251)22. 253´254 ´ S. LÚCIO I, romano23. 254´257 ´ S. ESTÊVÃO I, romano24. 257´258 ´ S. SISTO II, grego25. 259´268 ´ S. DIONÍSIO, grego26. 269´274 ´ S. FÉLIX, romano27. 275´283 ´ S. EUTIQUIANO, de Luni, Toscana28. 283´296 ´ S. CAIO, Dalmácia (hoje, Iugoslávia)29. 296´304 ´ S.MARCELINO, romano30. 307´309 ´ S. MARCELO I, romano31. 309´310 ´ S. EUSÉBIO, grego32. 311´314 ´ S. MELQUÍADES, africano33. 314´335 ´ S. SILVESTRE I, romano34. 336 ´ S. MARCOS, romano35. 337´352 ´ S. JÚLIO I, romano 36. 352´366 ´ S. LIBÉRIO, romanoAntipapa: Félix II (355´ 365) 37. 366´384 ´ S. DÂMASO I, espanholAntipapa: Ursino (366´367)38. 385´398 ´S. SIRÍCIO, romano39. 399´401 ´ S. ANASTÁCIO I, romano40. 401´417 ´ S. INOCÊNCIO I, de Roma41. 417´418 ´ S. ZÓSIMO, grego42. 418´422 ´ S. BONIFÁCIO I, romanoAntipapa: Eulálio (418´419)43. 422´432 ´ S. CELESTINO I, sul da Itália44. 432´440 ´ S. SISTO III, romano45. 440´461 ´ S. LEÃO I, (Magno), da Túscia (perto de Roma)46. 461´468 ´ S . HILÁRIO, Sardenha47. 468´483 ´ S. SIMPLÍCIO, de Tívoli (Roma)48. 483´492 ´ S. FÉLIX III, romano49. 492´496 ´ S. GELÁSIO I, africano50. 496´498 ´ S. ANASTÁCIO II, romano51. 498´514 ´ S. SÍMACO, da SardenhaAntipapa: Lourenço (498´505)52. 514´523 ´ S. HORMISDAS,de Frisinone53. 523´526 ´ S. JOÃO I, da Túscia54. 526´530 ´ S. FÉLIX IV, do Sannio (Roma)55. 530´532 ´ BONIFÁCIO II, romanoAntipapa: Dióscoro (530)56. 533´535 ´ JOÃO II, romano57. 535´536 ´ S.AGAPITO I, romano58. 535´540 ´ S. SILVÉRIO, de Frosinone59. 540´555 ´ VIRGÍLIO, romano60. 556´561 ´ PELÁGIO I, romano61. 561´573 ´ JOÃO III, romano62. 574´578 ´ BENTO I, romano63. 578´590 ´ PELÁGIO II, romano64. 590´604 ´ S. GREGÓRIO I, Gregório Magno, romano65. 605´606 ´ SABINIANO, de Túsculo´Roma66. 607 ´ BONIFÁCIO III, romano67. 608´615 ´ S. BONIFÁCIO IV, de Valéria dei Marzi68. 615´618 ´ S. ADEODATO I, romano69. 619´625 ´ BONIFÁCIO V, Nápoles70. 625´638 ´ HONÓRIO I, Campânia71. 640 ´ SEVERINO, romano72. 640´642 ´ JOÃO IV, dálmata73. 642´649 ´ TEODORO I, grego74. 649´655 ´ S. MARTINHO I, de Todi75. 655´657 ´ S. EUGÊNIO I, romano76. 657´672 ´ S. VITALIANO, de Segni77. 672´676 ´ ADEODATO II, romano78. 676´678 ´ DONO, romano79. 678´681 ´ S. AGATÃO, siciliano80. 682´683 ´ S. LEÃO II, siciliano81. 684´685 ´ S. BENTO II, romano82. 685´686 ´ JOÃO V, da Síria83. 686´687 ´ CÓNON, gregoAntipapas:Teododoro (687), Pascoal (687´692)84. 687´701 ´ S. SÉRGIO I, da Síria85. 701´705 ´ JOÃO VI, grego86. 705´707 ´ JOÃO VII, grego87. 708 ´ SISÍNIO, da Síria88. 708´715 ´ CONSTANTINO, da Síria89. 715´731 ´ S.GREGÓRIO II, romano90. 731´741 ´ S. GREGÓRIO III, Síria91. 741´752 ´ S. ZACARIAS, grego92. 752 ´ ESTÊVÃO, romano93. 752´757 ´ S.ESTÊVÃO II (III), romano94. 757´767 ´ S. PAULO I, romanoAntipapas: Constantino II (767´768) ´ Filipe (768)95. 768´772 ´ S. ESTÊVÃO III (IV), siciliano96. 772´795 ´ ADRIANO I, romano97. 795´816 ´ S.LEÃO III, romano98. 816´817 ´ S. ESTÊVÃO IV, (V), romano99. 917´824 ´ S. PASCOAL I, romano100. 824´827 ´ EUGÊNIO II, romano101. 827 ´ VALENTIM, romano102. 827´844 ´ GREGÓRIO IV, romanoAntipapa: João (844)103. 844´847 ´ SÉRGIO II, romano104. 847´855 ´ S.LEÃO IV, romanoAntipapa: Anastácio (855)105. 855´858 ´ BENTO III, romano106. 858´867 ´ S. NICOLAU I, romano107. 867´872 ´ ADRIANO III, romano108. 872´882 ´ JOÃO VIII, romano109. 882´884 ´ MARINO I, de Gallese110. 884´885 ´ ADRIANO III, romano111. 885´891 ´ ESTÊVÃO V (VI), romano112. 891´896 ´ FORMOSO, romano113. 896 ´ BONIFÁCIO VI, de Gallese114. 896´897 ´ ESTÊVÃO VI (VII), romano115. 897 ´ ROMANO, de Gallese116. 897 ´ TEODORO II, romano117. 898´900 ´ JOÃO IX, de Tívoli118. 900´903 ´ BENTO IV, romano119. 903 ´ LEÃO V, de ÁrdeaAntipapa: Cristóvão (903´904)120. 904´911 ´ SÉRGIO III, romano121. 911´913 ´ ANASTÁCIO III, romano122. 913´914 ´ LÂNDON, de Sabina (Lácio)123. 914´928 ´ JOÃO X, de Ravena124. 928´929 ´ LEÃO VI, romano125. 929´931 ´ ESTÊVÃO VII (VIII), romano126. 931´935 ´ JOÃO XI, romano127. 936´939 ´ LEÃO VII, romano128. 939´942 ´ ESTÊVÃO VIII (IX), romano 129. 942´946 ´ MARINO II, romano130. 946´955 ´ AGAPITO II, romano131. 955´963 ´ JOÃO XII, romano132. 963´964 ´ LEÃO VIII, romano133. 964´965 ´ BENTO V, romano134. 965´972 ´ JOÃO XIII, romano135. 973´974 ´ BENTO VI, romanoAntipapa: Bonifácio VII (974)136. 975´983 ´ BENTO VII, romano137. 983´984 ´ JOÃO XIV, de Pavia138. 985´996 ´ JOÃO XV, romano139. 996´999 ´ GREGÓRIO V, de Caríntia, AlemanhaAntipapa: João XVI (997´ 998)140. 999´1003 ´ SILVESTRE II, francês141. 1003 ´ JOÃO XVII, romano142. 1003´1009 ´ JOÃO XVIII, de Áscoli Piceno143. 1009´1012 ´ SÉRGIO IV, romano144. 1012´1024 ´ BENTO VIII, romanoAntipapa: Gregório (1012)145. 1024´1032 ´ JOÃO XIX, romano146. 1033´1044 ´ BENTO IX, romano (primeiro pontificado)147. 1045 ´ SILVESTRE III, romano148. 1045 ´ BENTO IX, romano (segundo Pontificado)149. 1045´1046 ´ GREGÓRIO VI, romano150. 1046´1047 ´ CLEMENTE II, alemão151. 1047´1048 ´ BENTO IX (terceiro pontificado)152. 1048 ´ DÂMASO II, alemão153. 1049´1054 ´ S. LEÃO IX, de Egisheim, Alemanha154. 1054´1057 ´ VÍTOR II, de Dollestein, Alemanha155. 1057´1058 ´ ESTÊVÃO IX (X), de Lorena, AlemanhaAntipapa: Bento X (1058)156. 1059´1061 ´ NICOLAU II, de Borgonha, França157. 1061´1073 ´ ALEXANDRE II, MilãoAntipapa: Honório II (1061´1072)158. 1073´1085 ´ S. GREGÓRIO VII, de Soana, perto de SenaAntipapa: CLEMENTE III (1080 e 1084´1100)159. 1086´1087 ´ B.VÍTOR III, de Benevento160. 1088´1099 ´ B.URBANO II, francês161. 1099´1118 ´ PASCOAL II, de ViterboAntipapa: Teodorico (1100´1102), Alberto (1102), Silvestre IV (1105´1111)162. 1118´1119 ´ GELÁSIO II, de GaetaAntipapa: Gregório VIII (1118´1121)163. 1119´1124 ´ CALISTO II, de Borganha, França164. 1124´1130 ´ HONÓRIO II, de ÍmolaAntipapa: Celestino II, (1124)165. 1130´1143 ´ INOCÊNCIO II, romanoAntipapas: Anacleto II (1130´1138), Vítor IV (1138)166. 1143´1144 ´ CELESTINO II, de Cittá di Castello167. 1144´1145 ´ LÚCIO II, de Bolonha168. 1145´1153 ´ B.EUGÊNIO III, de Pisa169. 1153´1154 ´ ANASTÁCIO IV, romano170. 1154´1159 ´ ADRIANO IV, inglês171. 1159´1181 ´ ALEXANDRE III, SenaAntipapas: Vítor IV (1159´1164); Pascoal III (1164´1168); Calisto III (1168´1178); InocêncioIII (1179´1180)172. 1181´1185 ´ LÚCIO III, de Lucca173. 1185´1187 ´ URBANO III, de Milão174. 1187 ´ GREGÓRIO VIII, de Benevento175. 1187´1191 ´ CLEMENTE III, romano176. 1191´1198 ´ CELESTINO III, romano177. 1198´1216 ´ INOCÊNCIO III, Anagni178. 1216´1227 ´ HONÓRIO III, romano179. 1227´1241 ´ GREGÓRIO IX, Anagni180. 1241 ´ CELESTINO IV, Milão181. 1243´1254 ´ INOCÊNCIO IV, de Gênova182. 1254´1261 ´ ALEXANDRE IV, de Anagni183. 1261´1264 ´ URBANO IV, francês184. 1265´1268 ´ CLEMENTE IV, francês185. 1271´1276 ´ B. GREGÓRIO X, de Piacenza186. 1276 ´ B. INOCÊNCIO V, de Savóia, França187. 1276 ´ ADRIANO V, de Gênova188. 1276´1277 ´ JOÃO XXI, português189. 1277´1280 ´ NICOLAU III, romano190. 1281´1285 ´ MARTINHO IV, francês191. 1285´1287 ´ HONÓRIO IV, romano192. 1288´1292 ´ NICOLAU IV, de Áscoli Piceno193. 1294 ´ S.CELESTINO V, de Isérnia194. 1294´1303 ´ BONIFÁCIO VIII, de Anagni195. 1303´1304 ´ B.BENTO XI, de Treviso196. 1305´1314 ´ CLEMENTE V, francês197. 1316´1334 ´ JOÃO XXII, francêsAntipapa: Nicolau V (1328´1330)198. 1334´1342 ´ BENTO XII, francês199. 1343´1352 ´ CLEMENTE VI, francês200. 1352´1362 ´ INOCÊNCIO VI, francês201. 1362´1370 ´ B. URBANO V, francês202. 1370´1378 ´ GREGÓRIO XI, francês203. 1378´1389 ´ URBANO VI, de Nápoles204. 1389´1404 ´ BONIFÁCIO IX, Nápoles205. 1404´1406 ´ INOCÊNCIO VII, de Sulmona206. 1406´1417 ´ GREGÓRIO XII, venezianoAntipapas: Clemente VII (1378´1394);Bento XIII (1394´1423); Alexandre V (1409´1410);João XXIII (1410´1415)207. 1417´1431 ´ MARTINHO V, de Genazzano (Roma)208. 1431´1447 ´ EUGÊNIO IV, de VenezaAntipapa: Félix V (1439´1449)209. 1447´1455 ´ NICOLAU V, de Sarzana, Gênova210. 1455´1458 ´ CALISTO III, espanhol211. 1458´1464 ´ PIO II, de Pienza, Sena212. 1464´1471 ´ PAULO II, de Veneza213. 1471´1484 ´ SISTO IV, de Celle Lígure (Savona)214. 1484´1492 ´ INOCÊNCIO VIII, de Gênova215. 1492´1503 ´ ALEXANDRE VI, espanhol216. 1503 ´ PIO III, de Sena217. 1503´1513 ´ JÚLIO II, de Savona218. 1513´1521 ´ LEÃO X, de Florença219. 1521´1523 ´ ADRIANO VI, holandês220. 1523´1534 ´ CLEMENTE VII, de Florença221. 1534´1549 ´ PAULO III, de Viterbo222. 1550´1555 ´ JÚLIO III, romano223. 1555 ´ MARCELO II, de Montepulciano (Sena)224. 1555´1559 ´ PAULO IV, de Nápoles225. 1559´1565 ´ PIO IV, de Milão226. 1566´1572 ´ S. PIO V, de Bosco Marengo, perto de Alexandria, Itália227. 1572´1585 ´ GREGÓRIO XII, de Bolonha228. 1585´1590 ´ SISTO V, de Grottammare229. 1590 ´ URBANO VII, romano230. 1590´1591 ´ GREGÓRIO XIV, de Cremona231. 1591 ´ INOCÊNCIO IX, de Bolonha232. 1592´1605 ´ CLEMENTE VIII, de Florença233. 1605 ´ LEÃO XI, de Florença234. 1605´1621 ´ PAULO V, romano235. 1621´1623 ´ GREGÓRIO XV, de Bolonha236. 1623´1644 ´ URBANO VIII, de Florença237. 1644´1655 ´ INOCÊNCIO X, romano238. 1655´1667 ´ ALEXANDRE VII, de Sena239. 1667´1669 ´ CLEMENTE IX, de Pistóia240. 1670´1676 ´ CLEMENTE X, romano241. 1676´1689 ´ INOCÊNCIO XI, de Como242. 1689´1691 ´ ALEXANDRE VIII, de Veneza243. 1691´1700 ´ INOCÊNCIO XII, de Nápoles245. 1700´1721 ´ CLEMENTE XI, de Urbino245. 1721´1724 ´ INOCÊNCIO XIII, romano246. 1724´1730 ´ BENTO XIII, de Bari247. 1730´1740 ´ CLEMENTE XII, de Florença248. 1740´1758 ´ BENTO XIV, de Bolonha249. 1758´1769 ´ CLEMENTE XIII, e Veneza250. 1769´1774 ´ CLEMENTE XIV, de Forli, Rímini 251. 1775´1799 ´ PIO VI, de Cesena252. 1800´1823 ´ PIO VII, de Cesena253. 1823´1829 ´ LEÃO XII, de Genga, Ancona254. 1829´1830 ´ PIO VIII, de Cíngoli, Macerata 255. 1831´1846 ´ GREGÓRIO XVI, de Belluno256. 1846´1878 ´ PIO IX, de Senigallia, Ancona257. 1878´1903 ´ LEÃO XIII, de Carpineto258. 1903´1914 ´ S. PIO X, de Riese, Treviso259. 1914´1922 ´ BENTO XV, de Pegli, Gênova260. 1922´1939 ´ PIO XI, de Désio, Milão261. 1939´1958 ´ PIO XII, romano262. 1958´1963 ´ JOÃO XXIII, de Sotto il Monte, Bérgamo263. 1963´1978 ´ PAULO VI, de Concésio, Bréscia264. 1978 ´ JOÃO PAULO I, de Canale D’Agordo*, Belluno265. 1978 ´ JOÃO PAULO II, de Cracóvia, Polônia.* Canale d’Agordo chamava´se, até 1964, Forno de Canale.Nacionalidade dos PapasItalianos (211), franceses (15), gregos (14), sírios (6), alemães (6), africanos (3), espanhois (3), dálmatas (2´ iuguslavos), português (1), palestino (1), ingles (1), holandes (1), polonês (1).joseph ratzinger bneto 16 alemanha

quarta-feira, 25 de março de 2009

BUSCAI AS COISAS DO ALTO



O futuro é o tempo que será construído por nós. O passado não volta e o presente, muitas vezes, é imutável. Mas se não tivemos a oportunidade de escolher nosso passado, podemos escolher e planejar nosso futuro. Com isso, vamos nos afeiçoando às coisas lá de cima.
Buscar as coisas do alto é caminhar para uma meta que sabemos que podemos atingir.
Deus está do nosso lado. O ser humano foi criado para dominar o mundo e as coisas do mundo. Deus o criou como parceiro. Temos o Espírito Santo que nos inspira e impulsiona para as coisas de Deus. Ele, que conhece as coisas do alto, nos ensina a amá-las e a gestá-las no coração.
Não adianta nada dominarmos as máquinas se as pessoas não conseguem se dominar. O primeiro domínio que devemos exercitar é o domínio sobre nós mesmos, sobre nossos desejos, acolhendo aquilo que está de acordo com as coisas do alto e rejeitando tudo aquilo que nos atrapalha na caminhada.
A certeza da morte e da vida eterna nos ajuda nesse processo. O medo da morte ou a tentação de se achar imortal, vivendo como se a morte não existisse, é uma das grandes causas da infelicidade humana. Não adianta amenizar a morte. Ela é a nossa única certeza. Sabendo disso, devemos canalizar nossa vida para valores que vencem a morte, que ultrapassam a morte, como Jesus fez e nos ensinou.
Essa certeza deve tornar-se também um parâmetro para que possamos julgar nossas ações, palavras e pensamentos. Se não sou eterno, o que tornarei eterno com minha vida? É preciso deixar marcas de eterno por onde passamos e com quem convivemos.
Buscar as coisas do alto é saber que essa meta é possível de ser alcançada. Não é fácil. Fácil é ir para o inferno, já que não exige esforço nenhum. As coisas de Deus são sempre difíceis, porque nos apegamos demais às coisas aqui da terra. Aliás, a dor maior que sentimos em nossas perdas é exatamente a dor do apego. Achamos que tudo é nosso e vivemos a ilusão de que tudo depende da gente.
Quando temos muita coisa para olhar e para cuidar, não olhamos para o essencial, aquilo que está além do óbvio.
(Artigo extraído do livro “Buscai as coisas do alto” do saudoso padre Léo)