sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Convertei-vos e crede no evangelho

Com o sinal das cinzas marcamos nossa entrada no templo da quaresma. O reino de Deus está próximo: converti-vos e crede no evangelho!
Com Jesus, no deserto, silenciando nossos desejos vãos ,cobiça e ganância, buscamos forças para vencer as tentações. Então, a nossa campanha da fraternidade será autentico empenho por mais humanização na saúde e ao alcance de todos. A igreja , em oração, pede que Deus se volte para o seu povo sofrido com a ternura e a compaixão de seu coração de pai.
A nova aliança de Deus é de amor e de Misericórdia e se estende a toda criação. As águas do dilúvio são imagens das águas do Batismo nos compromete e nos salva. Cristo, vencendo as tentações, nos ensina que o reino de Deus chegou e nós, mesmos tentados, devemos nos converter e crer no evangelho.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Capelinhas de Nossa Senhora


Esta pastoral esta a serviço da Evangelização colocando na vanguarda a imagem da Mãe. Maria se manifesta como a portadora de Cristo, de suas Bênçãos e graças nas Famílias, para que estas acolham em seus lares a exemplo do apóstolo João que a amparou ao pé da cruz. Com esta pastoral procuramos pessoas da comunidade que se disponha a zelar pela capelinha da sua rua do seu bairro, buscando cristãos católicos que queiram recebê-la em seus lares. Esse trabalho missionário é levar Nossa Senhora, para que como Mãe, ela desperte o filho muitas vezes adormecido no coração das pessoas. Sua presença maternal toca e transforma as famílias, sua visita esta unida á oração do terço onde aprendemos a seguir Cristo recordando os Mistérios que Deus realizou na vida de Maria em vista da nossa salvação.

CÁRITAS


O serviço da caridade é uma ação que acompanha a Igreja desde sua origem. Jesus tem cuidado e predileção para com os necessitados; dá pão a quem tem fome, saúde ao doente, perdão ao pecador.

Nós somos a igreja de Jesus Cristo e precisamos agir para auxiliar o próximo. Desta maneira o nosso auxilio se dá quando ajudamos a quem precisa em nossa rua, casa, família e também quando colaboramos com o quilo mensal que serve para os necessitados.

Muitas pessoas se dizem igreja, mas não conseguem assumir as necessidades do próximo a exemplo de Cristo e tantos Santos como São Francisco e Santo Antônio de Pádua. Há famílias que ao fazer seu rancho mensal já separam parte das compras entregam na paróquia para que sejam entregues as famílias cadastradas na secretaria.

Todas as vezes que fizestes isso a um destes meus irmãos pequeninos foi a mim mesmo que o fizeste (Mt 25,40)

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Apresentação: O Cartaz da CF 2012




O cartaz atualiza o encontro do Bom Samaritano com o doente que necessita de cuidado (Lc 10,29-37). A mão do profissional da saúde, segurando as mãos da pessoa doente, afasta a cultura da morte e visibiliza a acolhida entre irmãos (o próximo). A Igreja como mãe, em sua samaritanidade, aproxima-se e cuida dos doentes, dos fracos, dos feridos, de todos que se encontram à margem do caminho.

O profissional de pé, o enfermo sentado, olhos nos olhos, lembram o compromisso e a dedicação do profissional da saúde, no processo de cura do paciente, e a confiança do doente naquele que o acolhe e cuida. A acolhida e o cuidado aliviam a dor, estabelecem uma relação de confiança decisiva para a cura e superação das barreiras sociais.

A cruz, que sustenta e ilumina o sentido do cartaz, recorda a salvação que Jesus Cristo nos conquistou. Ela ilumina a vida humana, a morte, as dores, o sofrimento das pessoas sem assistência de saúde. No entanto, é ela também que ilumina o encontro entre o profissional da saúde e o doente, pois aponta para a esperança da transformação completa: um novo céu e uma nova terra.

A alegria do encontro retratado no cartaz recorda aos profissionais da saúde que foram escolhidos para atualizarem a atitude do Bom Samaritano em relação aos enfermos. Mobiliza os gestores do sistema de saúde a se empenharem para possibilitar atendimento digno e saúde para todos. Que a saúde se difunda sobre a terra.

História da CF 2012

A Campanha da Fraternidade é uma campanha realizada anualmente pela Igreja Católica Apostólica Romana no Brasil, sempre no período da Quaresma. Seu objetivo é despertar a solidariedade dos seus fiéis e da sociedade em relação a um problema concreto que envolve a sociedade brasileira, buscando caminhos de solução. A cada ano é escolhido um tema, que define a realidade concreta a ser transformada, e um lema, que explicita em que direção se busca a transformação. A campanha é coordenada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
- Educar para a vida em fraternidade, com base na justiça e no amor, exigências centrais do Evangelho.
- Renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja Católica na evangelização e na promoção humana, tendo em vista uma sociedade justa e solidária.
O gesto concreto se expressa na coleta da solidariedade, realizada no Domingo de Ramos. É realizada em âmbito nacional, em todas as comunidades cristãs católicas e ecumênicas. A destinação é a seguinte: 45% para a própria paróquia aplicar em programas de promoção humana; 35% para a Diocese aplicar na mesma finalidade; 10% para a CNBB Regional e 10% para a CNBB Nacional.

Em 1961, três padres responsáveis pela Cáritas Brasileira idealizaram uma campanha para arrecadar fundos para as atividades assistenciais e promocionais da instituição e torná-la autônoma financeiramente. A atividade foi chamada Campanha da Fraternidade e realizada pela primeira vez na quaresma de 1962, em Natal no Rio Grande do Norte, com adesão de outras três Dioceses e apoio financeiro dos Bispos norte-americanos. No ano seguinte, 16 Dioceses do Nordeste realizaram a campanha. Não teve êxito financeiro, mas foi o embrião de um projeto anual dos Organismos Nacionais da CNBB e das Igrejas Particulares no Brasil, realizado à luz e na perspectiva das Diretrizes Gerais da Ação Pastoral (Evangelizadora) da Igreja em nosso País.
Em seu início, teve destacada atuação o Secretariado Nacional de Ação Social da CNBB, sob cuja dependência estava a Cáritas Brasileira, que fora fundada no Brasil em 1957. Na época, o responsável pelo Secretariado de Ação Social era Dom Eugênio de Araújo Sales, e por isso, Presidente da Cáritas Brasileira. O fato de ser Administrador Apostólico de Natal explica que a Campanha tenha iniciado naquela circunscrição eclesiástica e em todo o Rio Grande do Norte.
Este projeto foi lançado, em nível nacional, no dia 26 de dezembro de 1962, sob o impulso renovador do espírito do Concílio Vaticano II, em andamento na época, e realizado pela primeira vez na quaresma de 1964. O tempo do Concílio foi fundamental para a concepção e estruturação da Campanha da Fraternidade, bem como o Plano Pastoral de Emergência e o Plano de Pastoral de Conjunto, enfim, para o desencadeamento da Pastoral Orgânica e outras iniciativas de renovação eclesial. Ao longo de quatro anos seguidos, por um período extenso em cada um, os Bispos ficaram hospedados na mesma casa, em Roma, participando das sessões do Concílio e de diversos momentos de reunião, estudo, troca de experiências. Nesse contexto, nasceu e cresceu a Campanha da Fraternidade.
Em 20 de dezembro de 1964, os Bispos aprovaram o fundamento inicial da mesma intitulado: Campanha da Fraternidade - Pontos Fundamentais apreciados pelo Episcopado em Roma. Em 1965, tanto Cáritas quanto Campanha da Fraternidade, que estavam vinculadas ao Secretariado Nacional de Ação Social, foram vinculadas diretamente ao Secretariado Geral da CNBB. A CNBB passou a assumir a CF. Nesta transição, foi estabelecida a estruturação básica da CF. Em 1967, começou a ser redigido um subsídio maior que os anteriores para a organização anual da CF. Nesse mesmo ano iniciaram também os encontros nacionais das Coordenações Nacional e Regionais da CF. A partir de 1971, participam deles também a Presidência e a Comissão Episcopal de Pastoral.
Em 1970, a Campanha da Fraternidade ganhou um especial e significativo apoio: a mensagem do Papa em rádio e televisão em sua abertura, na quarta-feira de cinzas. A mensagem papal continua enriquecendo a abertura da CF.
De 1962 até hoje, a Campanha da Fraternidade é uma atividade ampla de evangelização desenvolvida num determinado tempo (quaresma), para ajudar os cristãos e as pessoas de boa vontade a viverem a fraternidade em compromissos concretos no processo de transformação da sociedade a partir de um problema específico que exige a participação de todos na sua solução. É grande instrumento para desenvolver o espírito quaresmal de conversão, renovação interior e ação comunitária como a verdadeira penitência que Deus quer de nós em preparação da Páscoa. É momento de conversão, de prática de gestos concretos de fraternidade, de exercício de pastoral de conjunto em prol da transformação de situações injustas e não cristãs. É precioso meio para a evangelização do tempo quaresmal, retomando a pregação dos profetas confirmada por Cristo, segundo a qual a verdadeira penitência que agrada a Deus é repartir o pão com quem tem fome, dar de vestir ao maltrapilho, libertar os oprimidos, promover a todos.
A Campanha da Fraternidade tornou-se especial manifestação de evangelização libertadora, provocando, ao mesmo tempo, a renovação da vida da Igreja e a transformação da sociedade, a partir de problemas específicos, tratados à luz do Projeto de Deus.

Juventude será o tema da Campanha da Fraternidade de 2013
Fraternidade e Juventude. Este será o tema da Campanha da Fraternidade de 2013.

HISTÓRIA DO CARNAVAL

Esta festa profana (civil) teve origem no Egito, onde há 4000 a.C., povos antigos celebravam a fertilidade e a colheita das primeiras lavouras. Os povos antigos cultuavam aos deuses, pois não conheciam o Único e Verdadeiro Deus, adorado pelos cristãos.

Portanto se explica a consagração das festas carnavalescas à deusa Ísis no Egito Antigo, e mais tarde, às Divindades Dionisus, Baco, Saturno e Pã do mundo greco-romano.

Com a evangelização dos povos, as festas pagãs não foram abolidas em seu caráter positivo marcado pelas músicas, danças, celebrações e outras manifestações culturais, mas purificadas dos excessos carnais que tinham reduzido as festas carnavalescas em manifestações do sexo, bebidas e cultos idolátricos.

No Cristianismo o carnaval foi se tornando ao longo da história um festejo das vésperas da Quaresma e de autêntica alegria, tanto assim, que no século XV o Papa Paulo II permitiu um carnaval romano em frente do seu palácio, e outras manifestações populares que irradiavam uma verdadeira inculturação do Evangelho.

Hoje muitos escolhem regredir ao modo pagão de viver o carnaval, e estes são os mesmos que correm os riscos de colherem as desgraças próprias do pecado. A Igreja não desistiu da festa do carnaval, por isso se multiplicam os retiros e acampamentos que promovem a verdadeira e sadia alegria, nestes dias que antecedem a Quaresma e próprios para festejarmos com segurança nos caminhos de Jesus.

Pe. Fernando Santamaria - Comunidade Canção Nova

PAPA CONFIRMA SETE CANONIZAÇÕE


basilica_sao_pedro_okNa manhã deste sábado, 18/02, Bento XVI preside na Basílica de São Pedro, no Vaticano, uma reunião pública com os cardeais chamada de “Consistório Ordinário”. Neste encontro, além da criação de 22 novos cardeais, o papa irá confirmar a canonização de seis beatos, de diferentes partes do mundo.

A lista dos que serão canonizados é a seguinte:

2 sacerdotes: James Berthieu, sacerdote professo da Companhia de Jesus, que nasceu na França em 1838, mas morreu como mártir em Madagascar em 1896; eGiovanni Battista Piamarta, sacerdote que fundadou a Congregação Família de Nazaré e humildes servos do Senhor. Italiano que viveu entre 1841 e 1913, ficou conhecido como “o pai dos trabalhadores”.

2 religiosas: Maria do Monte Carmelo, virgem fundadora da Congregação Missionária do Ensino Irmãs Concepcionistas; e Mary Anne Cope, religiosa professa da Congregação das Irmãs da Ordem Terceira de São Francisco de Syracuse (Nova York);

3 leigos: Pedro Calungsod, que viveu no século XVII, falecido aos 17 anos nas Filipinas, onde era sacristão e catequista. Sofreu o martírio junto com outro beato, Diego de San Luis Vitores. Catherine Tekakwitha, que foi a primeira nativa norte-americana beatificada, e que agora será canonizada; e Anna Schäffer, alemã que viveu na virada do século XIX para o XX e que se destacou por sua fé na vontade de Deus, apesar de seu estado de doença que a deixou na cama por 25 anos.

A cerimônia de confirmação da canonização será realizada na Basílica Vaticana após a liturgia de criação dos 22 novos cardeais da Igreja Católica. Entre eles, está o arcebispo emérito de Brasília e atual prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Religiosa e Sociedade de Vida Consagrada, o brasileiro dom João Braz de Aviz.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

O amém que é sim para Deus


Temos sede do encontro com o senhor e de uma mais profunda comunhão com os irmãos.

Como nos Domingos anteriores, a palavra apresenta Jesus que cura da enfermidade,mais, acima de tudo, cura o mais profundo de nossa existência com sua ação salvítica. Ele nos devolve a dignidade de filhos e filhas amados de Deus. Em Jesus todas as promessas de Deus têm o seu “SIM” garantido. Queremos viver com intensidade.

Deus está sempre na nossa história, na travessia da dor e, também, nas alegrias, com sua bênção e seus dons. Bendizemos o senhor, nosso Deus, desde sempre, agora e para sempre.

O profeta anuncia um tempo novo e de esperança, pois, apesar das fraquezas do povo, Deus cancela suas culpas, porque é o seu povo. São Paulo afirma que em Cristo se cumpriu a promessa. Ungido pelo espírito disse “SIM” AO pai para nós darmos também o “AMÉM”.NO Evangelho Cristo revela sua divindade ao perdoar os pecados, merecendo o reconhecimento de todos.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

EU QUERO FICAR CURADO !


Participamos do mistério pascal de Cristo e pela ação do espirito santo passamos da morte para a vida

Em Jesus, que cura o leproso e o reintrega na comunidade, é Deus mesmo que vem cuidar do seu povo. Movido de compaixão Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse-lhe : “Eu quero: fica curado” com a vida e a palavra Jesus anunciou ao mundo que Deus é pai e cuida de todos como filhos e filhas.

Importa não buscar o que é vantajoso para si mesmo, mas o que é vantajoso para todos, afim de que sejam salvos. No senhor exaltemos de alegrias.

A lei de antiga discriminava o doente contagioso e o excluía do convívio social. Mas São Paulo ensina o amor de Cristo, o convívio fraterno e se torna o modelo de segmento. Jesus é compassivo com todos, acolhe e ama os doentes, estende-lhes a mão e os reintroduz na comunidade.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Revelação e libertação

Cafarnaum é o centro da atividade de Jesus na Galileia. Ali, acompanhado de seus discípulos, proclama a vinda do Reino. O evangelho deste domingo acontece na sinagoga da cidade. Frenquentes vezes, Jesus se encontrava no lugar onde ele é conhecido, o milagre torna-se um grande sinal e inaugura sua manifestação messiânica perante o povo. Antes de tudo ele é uma nova presença viva de Deus. A história da salvação é história de Deus que fala com seu povo. Viemos celebrar esta história, como irmão na esperança.
O Reino de Deus foi aberto ao excluídos da sociedade. Jesus é o profeta poderoso em obras. Ele celebra sua missão de salvador do Homem integral e reconstrói o mapa maravilhoso da criação original: a cura, o perdão, a vida nova que nos circundam e envolvem.
A missão do profeta é de origem divina e ele deve ser o porta voz fiel da mensagem que lhe foi confiada. São Paulo propõe total dedicação em qualquer estado de vida. Cristo, no evangelho, defini sua identidade, ensinando com autoridade, comprovada por seus milagres e é respeitado por todos por que é o filho de Deus

NELSON

terça-feira, 3 de janeiro de 2012



O amor de Deus marcou para sempre nossas vidas. Ele nos tirou das trevas e nos fez enxergar a luz da eternidade. Não há mais razão para ficarmos tristes ou vivermos amargurados se Deus está conosco e no meio de nós. Grande significado tem para nós, hoje, o dedo indicador de João: “Eis o Cordeiro de Deus, Aquele que tira o pecado do mundo” (Jo 1,29)

“Cordeiro de Deus” em latim é Agnus Dei, uma expressão utilizada pela religião cristã para se referir a Jesus Cristo, identificado-O como o Salvador da humanidade, ao ter sido sacrificado em resgate pelo pecado original. Na arte e na simbologia icônica cristã, é frequentemente representado por um cordeiro com uma cruz. A expressão aparece no Novo Testamento, principalmente no Evangelho de hoje, no qual João Batista diz de Jesus: “Eis o Cordeiro de Deus, Aquele que tira o pecado do mundo” (Jo 1,29).
Os hebreus tinham o costume de matar um cordeiro em sacrifício a Deus para a remissão dos pecados. O sacrifício de animais era frequente entre vários grupos étnicos, em várias partes do mundo. Na Bíblia é referido, por exemplo, o caso de Abraão que, para provar a sua fé em Deus, teria de sacrificar o seu único filho, imolando-o e queimando-o numa pira de lenha, como era costume para os sacrifícios de animais. O relato bíblico narra, contudo, que Deus não permitiu tal execução. A morte de Jesus Cristo, o Filho unigênito de Deus, tornaria esses sacrifícios desnecessários, já que sendo considerado perfeito, não tendo pecado e tendo nascido de uma Virgem por graça do Espírito Santo, semelhante a Adão antes do pecado original, seria o sacrifício supremo, interpretado como o maior ato de amor de Deus para a humanidade.
João Batista tem uma atuação fundamental no projeto de Deus realizado em Jesus. O batismo de João tinha características originais e sua proclamação foi tão marcante a ponto de torná-lo conhecido como “o Batista”. Enquanto as abluções de purificação com água, tradicionais entre os judeus, eram repetidas com frequência, o mergulho nas águas do batismo, com João, era feito uma única vez e tinha o sentido de sinalizar uma mudança de vida para um compromisso perene com a prática da justiça, visando o fortalecimento da vida. Jesus assume a proclamação de João dando-lhe um novo sentido de atualidade e eternidade, identificando-a com o projeto de Deus de conferir vida plena e eterna à humanidade. O Espírito sobre Jesus é a confirmação de Sua divindade e da divinização de toda a humanidade n’Ele assumida em todos seus valores e em toda sua dignidade. A presença de Jesus, Filho de Deus, entre nós renova a nossa vida e nos impele ao empenho na construção do mundo novo possível de justiça e paz.
Interpelado estou eu e está você também a ser este dedo a apontar para Jesus nos nossos dias. Hoje e agora, eu e você devemos ser a voz que clama e o dedo que aponta para Jesus, o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

EVANGELHO DO DIA

Evangelho (Lucas 16,1-8)
Sexta-Feira, 4 de Novembro de 2011
São Carlos Borromeu

Naquele tempo, 1Jesus disse aos discípulos: “Um homem rico tinha um administrador que foi acusado de esbanjar os seus bens. 2Ele o chamou e lhe disse: ‘Que é isto que ouço a teu respeito? Presta contas da tua administração, pois já não podes mais administrar meus bens’.
3O administrador então começou a refletir: ‘O senhor vai me tirar a administração. Que vou fazer? Para cavar, não tenho forças; de mendigar, tenho vergonha. 4Ah! Já sei o que fazer, para que alguém me receba em sua casa quando eu for afastado da administração’.
5Então ele chamou cada um dos que estavam devendo ao seu patrão. E perguntou ao primeiro: ‘Quanto deves ao meu patrão?’ 6Ele respondeu: ‘Cem barris de óleo!” O administrador disse: ‘Pega a tua conta, senta-te, depressa, e escreve cinquenta!’ 7Depois ele perguntou a outro: ‘E tu, quanto deves?’ Ele respondeu: ‘Cem medidas de trigo’. O administrador disse: ‘Pega tua conta e escreve oitenta’.
8E o senhor elogiou o administrador desonesto, porque ele agiu com esperteza. Com efeito, os filhos deste mundo são mais espertos em seus negócios do que os filhos da luz”.

LEITURA DO DIA




Romanos 15,14-21)
Sexta-Feira, 4 de Novembro de 2011
São Carlos Borromeu
Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos.

Meus irmãos, de minha parte, estou convencido, a vosso respeito, de que tendes bastante bondade e ciência, de tal maneira que podeis admoestar-vos uns aos outros. No entanto, em algumas passagens, eu vos escrevo com certa ousadia, como para reavivar a vossa memória, em razão da graça que Deus me deu.
Por esta graça eu fui feito ministro de Jesus Cristo entre os pagãos e consagrado servidor do Evangelho de Deus, para que os pagãos se tornem uma oferenda bem aceite santificada no Espírito Santo.
Tenho, pois, esta glória em Jesus Cristo no que se refere ao serviço de Deus: Não ouso falar senão daquilo que Cristo realizou por meu intermédio, para trazer os pagãos à obediência da fé, pela palavra e pela ação, por sinais e prodígios, no poder do Espírito de Deus.
Assim, eu preguei o Evangelho de Cristo, desde Jerusalém e arredores até a Ilíria, Tendo o cuidado de pregar somente onde Cristo ainda não fora anunciado, para não acontecer de eu construir sobre alicerce alheio. Agindo desta maneira, eu estou de acordo com o que está escrito: “Aqueles aos quais ele nunca fora anunciado, verão; aqueles que não tinham ouvido falar dele, compreenderão”










São Carlos Borromeu
4 de Novembro

Carlos, o segundo filho de Gilberto, nasceu em 2 de outubro de 1538. Menino ainda, revelou ótimo talento e uma inteligência rara. Ao lado destas qualidades, manifestou forte inclinação para a vida religiosa, pela piedade e o temor a Deus. Ainda criança, era seu prazer construir altares minúsculos, diante dos quais, em presença dos irmãos e companheiros de idade, imitava as funções sacerdotais que tinha observado na Igreja. O amor à oração e o aborrecimento aos divertimentos profanos, eram sinais mais positivos da vocação sacerdotal.

O ano de 1562 veio a Carlos com a graça do sacerdócio. No silêncio da meditação, lançou Carlos planos grandiosos para a reorganização da Igreja Católica. Estes todos se concentraram na ideia de concluir o Concílio de Trento. De fato, era o que a Igreja mais necessitava, como base e fundamento da renovação e consolidação da vida religiosa. Carlos, sem cessar, chamava a atenção do seu tio (que era Cardeal e foi eleito Papa, com o nome de Pio IV) para esta necessidade, reclamada por todos os amigos da Igreja. De fato, o Concílio se realizou, e Carlos quis ser o primeiro a executar as ordens da nova lei, ainda que por esta obediência tivesse de deixar sua posição para ocupar outra inferior.

Carlos sabia muito bem que a caridade abre os corações também à religião. Por isto foi que grande parte de sua receita pertencia aos pobres, reservando ele para si só o indispensável. Heranças ou rendimentos que lhe vinham dos bens de família, distribuía-os entre os desvalidos. Tudo isto não aguenta comparação com as obras de caridade que o Arcebispo praticou, quando em 1569-1570, a fome e uma epidemia, semelhante à peste, invadiram a cidade de Milão. Não tendo mais o que dar, pedia ele próprio esmolas para os pobres e abria assim fontes de auxílio, que teriam ficado fechadas.

Quando, porém, em 1576, a cidade foi atingida pela peste, e o povo abandonado pelos poderes públicos, visto que ninguém se compadecia do povo, ainda procurava os pobres doentes dos quais ninguém lembrava, consolava-os e dava-lhes os santos sacramentos. Tendo-se esgotado todas as fontes de recurso, Carlos lançou mão de tudo o que possuía, para amenizar a triste sorte dos doentes. Mais de cem sacerdotes tinham pago com a vida, na sua dedicação e serviço aos doentes. Deus conservava a vida do Arcebispo, e este se aproveitou da ocasião para dizer duras verdades aos ímpios e ricos esquecidos de Deus.

Gregório XIII, não só rejeitou as acusações infundados feitas ao Arcebispo, mas ainda recebeu Carlos Borromeu em Roma, com as mais altas distinções. Em resposta a este gesto do Papa, o governador de Milão, organizou no primeiro domingo da Quaresma de 1579, um indigno préstito carnavalesco pelas ruas de Milão, precisamente à hora da missa celebrada pelo Arcebispo. O mesmo governador, que tanta guerra ao Prelado movera, e tantas hostilidades contra São Carlos estimulara, no leito de morte reconheceu o erro e teve o consolo da assistência do santo Bispo na hora da agonia. Seu sucessor, Carlos de Aragão, duque de Terra Nova, viveu sempre em paz com a autoridade eclesiástica. O Arcebispo gozou deste período só dois anos.

Quando em outubro de 1584, como era de costume, se retirara para fazer os exercícios espirituais, teve fortes acessos de febre, aos quais não deu importância e dizia: “Um bom pastor de almas, deve saber suportar três febres, antes de se meter na cama”. Os acessos renovaram-se e consumiram as forças do Arcebispo. Ao receber os santos sacramentos, expirou aos 03 de novembro de 1584. Suas últimas palavras foram: “Eis Senhor, eu venho, vou já”. São Carlos Borromeu tinha alcançado a idade de 46 anos.

O Papa Paulo V, canonizou-o em 1610 e fixou-lhe a festa para o dia 04 de novembro.


São Carlos Borromeu, rogai por nós

quinta-feira, 3 de novembro de 2011












O SANTO DO DIA : São Martinho de Lima
3 de Novembro

Com alegria celebramos a santidade de vida de um santo do nosso chão latino-americano. São Martinho nasceu no Peru em 1579, filho de um conquistador espanhol com uma mulata panamenha.

Grande parte da sociedade de Lima não diferenciava tanto da nossa atual, pois sustentava a hipócrita postura do preconceito racial, por isso Martinho sofreu humilhações, por causa de sua pele escura. Aconteceu que São Martinho não foi reconhecido portador de sangue nobre, e nem precisava, porque educado de forma cristã pela mãe, descobriu com a vida que o "aspecto mais sublime da dignidade humana está na vocação do homem à comunhão com Deus" (Catecismo da Igreja Católica).

Com idade suficiente, São Martinho, homem cheio do Espírito Santo e de obras no Amor, conseguia servir a Cristo no próximo, primeiramente pela suas diversas profissões (barbeiro, dentista, ajudante de médico), e mais tarde amou Deus no outro e o outro em Deus, como irmão da Ordem Dominicana. Mendigo por amor aos mendigos, São Martinho de Porres, ou de Lima, destacou-se dentre tantos pela sua luta contra o Tentador e a tentação, além da humildade, piedade e caridade. Sendo assim, Deus pôde munir Martinho com muitos Carismas, como o de cura e milagres, sem que estes o orgulhasse e o impedisse de ir para o Céu, onde entrou em 1639.

São Martinho de Lima, rogai por nós!

Evangelho do dia












Evangelho (Lucas 15,1-10)
Quinta-Feira, 3 de Novembro de 2011
31ª Semana Comum

Naquele tempo, 1 os publicanos e pecadores aproximaram-se de Jesus para o escutar. 2 Os fariseus, porém, e os mestres da Lei criticavam Jesus. “Este homem acolhe os pecadores e faz refeição com eles”.
3Então Jesus contou-lhes esta parábola: 4“Se um de vós tem cem ovelhas e perde uma, não deixa as noventa e nove no deserto, e vai atrás daquela que se perdeu, até encontrá-la? 5Quando a encontra, coloca-a nos ombros com alegria, 6e, chegando a casa, reúne os amigos e vizinhos, e diz: ‘Alegrai-vos comigo! Encontrei a minha ovelha que estava perdida!’ 7Eu vos digo: Assim haverá no céu mais alegria por um só pecador que se converte, do que por noventa e nove justos que não precisam de conversão.
8E se uma mulher tem dez moedas de prata e perde uma, não acende uma lâmpada, varre a casa e a procura cuidadosamente, até encontrá-la? 9Quando a encontra, reúne as amigas e vizinhas, e diz: ‘Alegrai-vos comigo! Encontrei a moeda que tinha perdido!’ 10Por isso, eu vos digo, haverá alegria entre os anjos de Deus por um só pecador que se converte”.
palavra da salvação
Graças a Deus

Leitura do dia

Leitura Romanos 14,7-12)

Quinta-Feira, 3 de Novembro de 2011
31ª Semana Comum

Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos.

Irmãos, 7ninguém dentre nós vive para si mesmo ou morre para si mesmo. 8Se estamos vivos, é para o Senhor que vivemos; se morremos, é para o Senhor que morremos. Portanto, vivos ou mortos, pertencemos ao Senhor. 9Cristo morreu e ressuscitou exatamente para isto, para ser o Senhor dos mortos e dos vivos. 10E tu, por que julgas o teu irmão? Ou, mesmo, por que desprezas o teu irmão? Pois é diante do tribunal de Deus que todos compareceremos. 11Com efeito, está escrito: “Por minha vida, diz o Senhor, todo joelho se dobrará diante de mim e toda língua glorificará a Deus”. 12Assim, cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus
palavra do senhor
Graças a Deus

sábado, 11 de setembro de 2010


Jovem você já escolheu o seu caminho?

Com o passar do tempo começamos a refletir sobre nossa vida, e tudo o que nos cerca. Nos enchemos de perguntas sobre o nosso futuro.
Quem sou eu? Que mundo eu quero? Para onde seguir? Como ser feliz? O que fazer?
Essas perguntas e muitas outras nos levam a questionar e tentar mudar as coisas ao nosso redor, mudar a forma de pensar e agir. E com tudo isso vamos nos descobrindo, e portas vão se abrindo, encontramos nossa vocação, nosso dom especial.
Enquanto somos jovens temos muitas coisas em mente, muitos planos, o único problema é que não sabemos muito bem o que fazer com tudo isso, e por incrível que pareça acabamos escolhendo o que não queremos, pois não estamos maduros o suficiente para compreender, e nos deixamos levar por opiniões alheias.
A juventude é um dos começos para as grandes escolhas do futuro, da vida; porque é nela que começamos nos descobrir, a enxergar o mundo com outros olhos.
Não faça e nem tente ser o que você não é, cada coisa tem o seu tempo, e a juventude é eterna dentro de nós. Viva, escolha, questione, mude.
São as perguntas que movem o mundo, e não as respostas.
Faça as perguntas, tire suas duvidas e escolha o melhor para você!

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

A TIMIDEZ.... UM PROBLEMA?

POR NELSON LOPES GOULART


A timidez é algo que acontece com muitos entre nós. Sabe bem disso quem gostaria de falar, mas as palavras parecem ficar presas na garganta; Quem fica vermelho como um pimentão diante de uma pessoa especial; Quem gostaria de ter superado tudo isso, mas cada vez se depara com este problema.
A timidez é um caso sério: bloqueia a nossa vontade de vover, a nossa alegria, os nossos sentimentos, impede-nos de colocar para fora o melhor de nós e de nos apresentar como de fato somos.
A timidez não é uma doença.pode ser um aspecto do caráter de uma pessoa(DAS MAIS JOVENS ATÉ AS MAIS IDOSAS). È uma maneira que alguns adotarm para dizer, com seu comportamento: "NÃO SOU UM APESSAO MUITO SEGURA, NÃO QUERO ME IMPOR".
Quem é timido não deve se sentir feio ou estranho só porque não é expansivo como outras pessoas. a timidez pode ser uma defesa contra situações que não agradam a pessoa. contudo, não pode ser tornar uma desculpa para se fevhar em si mesmo. A timidez não deve ser uma máscara que se pode usar a qualquer hora ou uma arma contra quem gostaria de nos dirigir um apalvra.
A timidez tem seus aspectos positivos. Deve, portanto, ser controlada, respeitada e amada como fazemos com os outros sentimentos e sensações mais fascinantes que temos
A timidez se apresenta como um "sentir": A pessoa o adolescente.. percebe que as suas bochechas ficam vermelhas quando alguém o chama pelo nome, quando o professor na sala de aula lhe pede para responder a alguma pergunta,quando sesente no centro de interesse de outros . A vontade de se esconder, ou ficar se tornar pequenino aumenta de uma forma as vezes incontrolável.
As pessoas tímidas também falam baixinho, quase como se tivessem medo de se atrapalhar com o próprio pensamento, e procuram não aparecer com roupa muito original e fora do comum
No fundo,os tímidos possuem caracteristicas que os tornam interessantes e fascinantes.. o silêncio deles fala mais do que tantas frases que se gritam, os gestos de afeto de uma pessoa timida as vesez são muito mais carregados de afeto.
Sendo assim, a timidez se apresenta como aquele sentimento que esconde outros sentimentos, como um cofre que guarda tesouros. Por exemplo: A sinceridade, a simplicidade, a capacidade de reflexão

Se de um lado nós tentamos descobrir um lado positivo da timidez, do outro devemos também admitir que se você se sente tímida e não tem vontade de sair de casa porque não consegue encontrar amigos, ou por que você não consegue encontrar a coragem para expressar os seus sentimentos ou seus pensamentos, pare, faça uma pausa e comece a refletir:
· Todos os medos neste sentido nada mais são do que fantasmas que ameaçam o nosso comportamento e a nossa estima, prejudicando a nossa liberdade de viver e de amar
· Não se impressione se o seu pensamento e a sua pessoas não forem aceitos, mais se preocupe mais em amar com aquelas características próprias suas, dos quais falamos antes q que você possuí
· Aos poucos verá que a timidez não é sua inimiga, mas podem ser uma companheira de viagem rumo AA sua felicidade e a dos seus amigos e amigas

domingo, 22 de novembro de 2009

CARTA DA AMIGA DROGA

CARO JOVEM,QUERO QUE VOCÊ ME OUÇA ANTES DE ME USAR,QUERO QUE VOCÊ ME CONHEÇA, SAIBA QUEM SOU EU, O QUE FAÇO, COMO ME COMPORTO DENTRO DAS PESSOAS, COMO VOÇÊ IRÁ SE SENTIR DEPOIS DO MEU CONTATO, DA MINHA ILUSÃO.
NÃO TENHO NOME E NEM SOBRENOME, SOU BATIZADA A TODA HORA E ATODO INSTANTE POR AQUELES QUE ME USAM
NÃO TENHO AMIGOS, POIS CONSIGO DESTRUIR TODOS AQUELES QUE SE APROXIMAM DE MIM . QUANDO NÃO O FAÇO COMPLETAMENTE,EU OS DEIXO SEM CÉREBRO, SEM CORAÇÃO E SEM PENSAMENTO.
OS QUE ME TOMAM COMO COMPANHEIRA SÃO AQUELES QUE SE SENTEM SÓ E QUE PROCURAM EM MIM UMA FUGA PARA SEUS PROBLEMAS, FUGA ILUSÓRIA E DOLOROSA
UM DOS MEUS CONTATOS PREFERIDOS SÃO AS VEIAS. ATRAVÉS DELAS EU CONSIGO MERGULHAR EM SEU SANGUE, QUE ME LEVARÁ A UMA VIAGEM POR TODO SEU CORPO . ATRAVESSO SEUS MEMBROS CANAIS E ARTÉRIAS. PASSO PELO SISTEMA NERVOSO, DEIXANDO AÍ A MINHA MARCA
ENQUANTO EU PASSEIO, VOCÊ VIVE A S ILUSÕES...
ATRAVÉS DESSE RIO DE SANGUE EU CONSIGO ATINGIR O CÉREBRO. E AI A MINHA MARCA É AMIS FORTE, POIS CÉREBRO VU ROUBAR O PENSAMENTO, A MEMÓRIA, A RAZÃO
POR FIM DESCEREI ATÉ O CORAÇÃO E VOCÊ SABERÁ REALMENTE QUEM SOU. ALIÁS , NÃO SEI SE HAVERÁ TEMPO PARA ISSO POIS TALVEZ VOCÊ JÁ ESTARÁ MORTO.
PRONTO, JÁ LHE CONTEI MINHA HISTÓRIA. ESTOU PRONTA PARA LHE TIRAR A PAZ, A LIBERDADE E A VIDA

ATENCIOSAMENTE

A DROGA

CLJ NSA